terça-feira, 3 de julho de 2012

Igreja Católica tem queda recorde de fiéis

Pesquisa divulgada [na] sexta-feira, 29, pelo IBGE com novas informações do Censo 2010 mostram que o Brasil é um país cada vez menos católico, embora esta ainda seja a religião majoritária. Outro fenômeno é a pulverização das religiões evangélicas. Os evangélicos continuam a crescer, embora em ritmo menor que na década anterior, e agora estão distribuídos em várias igrejas ou simplesmente deixaram de ter vínculo com denominações específicas e se declararam apenas evangélicos.


O País teve queda recorde da população católica entre 2000 e 2010. A proporção caiu 12,2%: passou de 73,6% dos brasileiros para 64,6%. Em 1991, os católicos eram 83% da população. Em vinte anos, a população católica diminuiu 22%, ou seja, em proporção, a Igreja Católica perdeu mais de um quinto de seus fiéis.

Em números absolutos, a Igreja Católica perdeu quase 1,7 milhão de fiéis no País. O total de católicos caiu de 124,9 milhões em 2000 para 123,2 milhões em 2010. Entre 1991 e 2000, a queda na proporção de católicos também tinha sido elevada, de 11,3%, mas o número absoluto tinha aumentado.


Se o ritmo de queda da última década for mantido, em vinte anos os católicos serão menos da metade da população.


Fonte: (Estadão). Copiado do blog Criacionismo.com.br.

domingo, 1 de julho de 2012

Censo aponta crescimento da diversidade religiosa no Brasil

O Censo Demográfico 2010 do IBGE confirmou o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil. A proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora tenha permanecido majoritária. Em paralelo, consolidou-se o crescimento da população evangélica, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010. Os dados foram apresentados na manhã desta sexta-feira, 29 de junho, em entrevista coletiva na sede do IBGE.



Os evangélicos foram o segmento religioso que mais cresceu no Brasil no período entre os censos de 2000 e 2010. Em 2000, eles representavam 15,4% da população. Em 2010, chegaram a 22,2%, um aumento de cerca de 16 milhões de pessoas (de 26,2 milhões para 42,3 milhões). Em 1991, este percentual era de 9,0% e em 1980, 6,6%. Já os católicos passaram de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010. Embora o perfil religioso da população brasileira mantenha, em 2010, a histórica maioria católica, esta religião vem perdendo adeptos desde o primeiro Censo, realizado em 1872. Até 1970, a proporção de católicos variou 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8%.


Adventistas – Nesta pesquisa, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com quase 17 milhões de membros em todo o mundo, foi enquadrada dentro da categoria de igrejas evangélicas de missão a exemplo de denominações como Igreja Luterana, Presbiteriana, Metodista, Batista e Congregacional. Os dados de 2010 do IBGE dizem que os adventistas somavam à época 1 milhão, 561 mil e 71 membros com predominância de mulheres. Conforme as estatísticas, elas estão eram 856.695 enquanto eles 704.376.


Leia a pesquisa na íntegra – ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/caracteristicas_religiao_deficiencia.pdf


Fonte: ASN

O Ateu que se Tornou Secretário da SCB


Hipólito Gadelha Remígio nasceu em lar católico e, quando cursava o ensino médio, em escola também católica, aprendeu sobre o evolucionismo. Segundo ele, a matéria lhe foi passada com tal convicção que ele foi conduzido a crer que a vida e os seres humanos decorreram do acaso, sem qualquer interferência de um ser superior. “A consequência natural dessa convicção que em mim se formou foi passar a desprezar o cristianismo e a Bíblia, uma vez que eram contrários àquilo que eu concebia como ciência”, lembra.

O passo seguinte foi desacreditar na existência de Deus. Para o jovem Hipólito, não mais havia necessidade de Ele existir para que tudo o que hoje existe tivesse se tornado realidade.

Certa ocasião, em contato com colegas adventistas, ele se surpreendeu, por um lado, positivamente, com a firmeza e a beleza de caráter que eles refletiam; por outro, negativamente, com a crença em uma suposta “lenda” de que os seres humanos teriam se originado de um casal (Adão e Eva) e que estes haviam sido criados por Deus. Isso lhe parecia mais do que uma lenda: “Para mim, era algo nas raias do ridículo.”

Sobre esse tempo, ele conta: “Gostei, todavia, de estudar a Bíblia com duas colegas, que, de forma sábia, me instruíam acerca de Jesus, como um amável Salvador, e das profecias de Daniel, como uma evidência de que havia um Ser superior que tinha a capacidade de prever (ou de fazer acontecer) fatos políticos com centenas de anos de antecedência.” O fato é que as evidências proféticas criaram um conflito com as convicções ateístas de Hipólito.

Com o tempo, o jovem estudante passou a frequentar a Igreja Adventista Central de Fortaleza, da qual o ex-editor da Casa Publicadora Brasileira, Lícius Lindquist, era pastor. Para ajudar Hipólito a lidar com as dúvidas, o pastor Lícius lhe dava exemplares de uma “estranha revista”, a Folha Criacionista, publicada pela Sociedade Criacionista Brasileira (SCB). “Folheando aquelas páginas, o Espírito Santo foi me ensinando que a estrutura conceitual evolucionista não é científica, como pretende ser. Descobri que há cientistas que, de forma muito mais honesta e hábil, creem não apenas em Deus, mas em sua ação criadora do Universo, da vida e do ser humano.”


A literatura da SCB produziu uma completa revolução na cosmovisão de Hipólito, tendo sido o instrumento usado por Deus para lhe mudar as convicções ateístas e lhe ajudar a render o coração e a mente ao Salvador.


Quando se mudou para Brasília, Hipólito tornou-se associado da SCB e, depois, seu secretário. Seu desejo era voluntariamente ajudar a causa que tanto o ajudou.

“Hoje sou adventista e professor da unidade de visitantes da Igreja Central de Brasília. Entendo com clareza o conflito que reside em tantas mentes que, antes de aceitar qualquer coisa da Palavra de Deus, precisam ser primeiramente convencidos da existência de Deus e de que Ele é o Criador.”


Hipólito diz que usa os conhecimentos que “tão alegremente” tem recebido da SCB para procurar instruir ateus sinceros sobre o grande engano em que se encontram. “Para tanto, apresento as evidências científicas que os eventos e a literatura da SCB me têm proporcionado.”


(Hipólito Gadelha Remígio é consultor de orçamentos e fiscalização no Senado Federal. Formado em Direito e Contabilidade, com mestrado em contabilidade, atualmente cursa o bacharelado em Química na UNB. É secretário da SCB)

Fonte: Criacionismo.com.br

Nota: Conheci Hipólito Gadelha em maio de 2012, quando ele e todo a equipe da Sociedade Criacionista Brasileira visitou a Universidade Adventista da Bolívia, para realizar o XII Seminário Filosofia das Origens. Hipólito foi uma das pessoas que avaliou e revisou o texto original do meu livro O Adventismo na Terra do Padre Cícero. Por ocasião do evento na Bolívia, conversei com Hipólito e constatei  sua conviccção criacionista e  seu compromisso com Cristo. No quarto onde estava hospedado, ele mostrou-me um livro de Ellen White, dizendo que não podia abdicar do valor espiritual desses materiais. Durante o evento, Hipólito pregou um sermão sobre o perigo do ateísmo, durante o sábado. Ele baseou seu discurso na Bíblia e no livro O Grande Conflito, impressionando o público de 800 pessoas por sua sabedoria, profundidade intelectual e acima de tudo, espiritualidade.